Recursos humanos: A adaptação a novas abordagens!

Recursos humanos: A adaptação a novas abordagens!

Os recursos humanos, como muitas outras áreas, estão em constante evolução. Assim sendo, têm de se adaptar a fatores como a globalização, a inovação, a mudança ou a competitividade. Também implicam uma adaptação ao mentoring, às competências, aos programas de trainees e ao digital.

As mudanças incluem ter de ouvir pessoas a dizer “só quero ser feliz”, “tenho de ter poder, tenho de poder” ou ainda “sem dinheiro nada se faz”. Assim, surge uma questão: Mudar é necessário? Constantemente!

 

A importância da gestão integrada em recursos humanos

Onde estamos e para onde queremos ir? Temos o básico? Há quem ainda considere que gerir recursos humanos se resume a pagar salários e Segurança Social, apontar faltas, etc. No entanto, estas são apenas tarefas administrativas da função pessoal.

A gestão integrada das pessoas continua a ser não um “santo graal”, mas uma constante de quem as considera seriamente. Os recursos humanos devem considerar cada pessoa com as suas particularidades e peculiaridades únicas. Sobretudo, é preciso ter em mente que cada ser humano é único.

“Queres ver que agora vou ter de desenhar um programa para cada uma das pessoas que trabalham comigo?” A resposta é sim. Se esta já era uma realidade nos recursos humanos no passado, hoje é ainda mais premente essa necessidade.

 

As exigências em recursos humanos mantêm-se atuais

Nos dias que correm, é necessário o departamento de recursos humanos ter bem claros alguns aspetos da organização. Isto inclui, por exemplo, a sua visão, missão, valores, políticas, estratégias e manuais de funções.

Para além disso, é essencial ter perfeitamente definidas as funções, tarefas ou atividades a serem exercidas. Este trabalho inclui igualmente ter os perfis estudados em vazio com a variedade de competências e requisitos associados. Aliás, essa deve ser a base para que tudo esteja definido antes dos processos de searching, recrutamento e integração. Tal permite partir em busca das pessoas e deixar de apostar na “sorte”.

Acima de tudo, é necessário termos planos de desenvolvimento de competências alinhados com o futuro da organização. “Hoje, o planeamento tem de ser de muito curto prazo e não temos tempo, pelo que o caminho vai-se fazendo”. Então, o que é extrínseco à organização tem poder? Tem, e muito!

Podemos continuar a reagir ou ficar sempre à espera dos sinais do mercado. Afinal, se correu bem até agora, para quê pensar em “modernices”? Existem modas, “revisitação” de conceitos agora renomeados e lançados no mercado com outras embalagens? Sim, existem. No entanto, as abordagens mais clássicas em recursos humanos continuam a ser uma referência, ou seja, a base. E ouvimos e lemos que acabou a análise do trabalho, acabou a avaliação de desempenho e outras práticas. Baralhados?

 

Afinal, o que podemos fazer hoje?

Há, obviamente, quem olhe para a organização e a veja apenas envolvida numa folha fina e transparente de celofane. Se não se vir nada além disso, será caso para dizer que tanto brilho cega. Por outro lado, há quem olhe e veja além do envolvimento de um imperfeito, grosso e ordinário papel costaneiro. Nesse sentido, acaba por ver boas práticas.

Há muitos anos – perdoem-me por citar livremente – escutei a expressão “não são os maiores, são os mais ágeis”. Então, se temos de ter o básico, não vamos perder tempo. Façamo-lo bem e rapidamente. Tempo é dinheiro, é poder e é igualmente estar a caminho de ser feliz. Por conseguinte, se estivermos disponíveis para escutar, vão evitar-se muitos passos em falso. Além disso, muitas crenças desajustadas ao momento serão debeladas. Portanto, sejamos ágeis.

Se vamos, por exemplo, desenhar aprendizagens para a organização, temos de ir além da mera avaliação dos resultados já obtidos. É necessário integrarmos maioritariamente a preparação inerente às pessoas que queremos ter daqui a alguns anos. Dessa forma, a organização vai estar sempre preparada para o futuro pelo facto de ter sido pensada de forma prospetiva.

 

Metodologia CPS da IHTP

Na Solfut, Lda. – I Have The Power, a nossa abordagem é um porto seguro para os nossos clientes que aceitam que é possível modelizar padrões e ferramentas de êxito e integrá-los de forma simples numa metodologia. Trata-se da CPS – Condicionamento para o Sucesso®, que opera em 3 pilares: pensamento, comunicação e ação.

Lembre-se de que Melhores Pessoas conseguem Melhores Resultados.

 

António Balau

HR & Coaching Academy Manager IHTP

 

*Este artigo foi extraído de outro publicado na Revista human, nº 114 de outubro de 2018

 


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